Todos os ladrões são santos,
Todos os policiais criminosos,
Todos pagamos propina,
E seremos roubados, santificados e perdoados.
Um black bloc dá entrevista,
Se achando um revolucionário,
O Gikovatte fica sem entender,
Sua coragem primitiva.
Conceição do Mato Dentro,
Vê água empurrar minério até o Rio,
Muita água venenosa doravante.
E a seca ronda Minas.
Petróleo a US$75 dizem que chega a 50.
Exportamos pois não sabemos refinar,
Importamos pois não conseguimos produzir.
Os salafrários do PT nos endividam a todos.
Roubam, subornam, gastam mal, gerem mal,
São amados por interesse, detestável amor esse.
Mal escapam de uma emboscada caem em outra,
Esperam todos os predadores o instante perfeito...
Não há lugar para todos na política, no poder,
Ao se ocupar um lugar destrói-se a reputação
Do antigo ocupante, manchando-lhe o legado,
Tornando sua herança maldita e venenosa.
Viva a ética da peçonha, da maledicência,
Mil salves à língua viperina do cafetão do partido,
A regatear suas putas com o emissário do governo,
A combinar de véspera o resultado da votação.
Hoje tem eleição em sessão conjunta do congresso,
De um lado os fiscais vão votar o aumento de gastos,
De outro o governo libera as verbas para os fiscais,
Viva o conselho máximo das putas da rés pública,
Todas deitadas de pernas abertas ao rés do chão.
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Tucla doro pros dois fitos da pulha (Tudo claro pros dois filhos da puta)
O Lunácio Luva da Sila e a
Dilssef Ruma
Conjunto -puseram
O maior esção de corrupcândalo.
Da históis desse pária.
Desvendado pela olavato japeração
Deixou de cuão na maécas o Guântema Mido.
Assuava nomiu equimica econôpe,
Vaperar esmos dar no vai que...
Presilaex Ludente
Presilma Didente
Deveriam esos pretar
É absumurdo,
Coria dimo Bósói Caris.
Dilssef Ruma
Conjunto -puseram
O maior esção de corrupcândalo.
Da históis desse pária.
Desvendado pela olavato japeração
Deixou de cuão na maécas o Guântema Mido.
Assuava nomiu equimica econôpe,
Vaperar esmos dar no vai que...
Presilaex Ludente
Presilma Didente
Deveriam esos pretar
É absumurdo,
Coria dimo Bósói Caris.
terça-feira, 25 de novembro de 2014
O clube vip
Diga-me em quem voltas e eu direi quem tu és.
Não votas, não gritas, aceitas assim tudo como está?
Que pena de tuas artérias, que dó dos teu pés.
Depois que te jogarem a última pá, o que restará?
Há um glamour velado em torno dos ladrões,
Seja por sua coragem ao desafiar o edifício legal,
Seja porque sabemos que a origem de muitos milhões,
É e foi sempre alguma espécie de ato imoral.
Toda época tem seus falsos conhecimentos,
Seus dogmas, suas leis e costumes execráveis,
Como em Roma ainda temos hábitos nojentos:
Queres o povo dócil? Pão, circo e o ópio da religião.
Domingo o circo do futebol promete lucros formidáveis!
Bolsa isso mais bolsa aquilo, pronto, está domado o povão.
Não votas, não gritas, aceitas assim tudo como está?
Que pena de tuas artérias, que dó dos teu pés.
Depois que te jogarem a última pá, o que restará?
Há um glamour velado em torno dos ladrões,
Seja por sua coragem ao desafiar o edifício legal,
Seja porque sabemos que a origem de muitos milhões,
É e foi sempre alguma espécie de ato imoral.
Toda época tem seus falsos conhecimentos,
Seus dogmas, suas leis e costumes execráveis,
Como em Roma ainda temos hábitos nojentos:
Queres o povo dócil? Pão, circo e o ópio da religião.
Domingo o circo do futebol promete lucros formidáveis!
Bolsa isso mais bolsa aquilo, pronto, está domado o povão.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Se fôssemos bárbaros...
Ao depoimento adiado,
Um aliado enforcado.
Ao relatório forjado,
Um comparsa empalado.
Ao demagogo eleito,
O veneno perfeito.
Licitações venais,
Injeções letais.
Não é por sadismo,
Nem por desazo,
Mas puro lirismo,
Amor aos que virão,
Aos que serão guiados,
Aos que guiarão.
Um aliado enforcado.
Ao relatório forjado,
Um comparsa empalado.
Ao demagogo eleito,
O veneno perfeito.
Licitações venais,
Injeções letais.
Não é por sadismo,
Nem por desazo,
Mas puro lirismo,
Amor aos que virão,
Aos que serão guiados,
Aos que guiarão.
domingo, 16 de novembro de 2014
Antropofagia cleptocrática.
Um gênio traquina e pilantra me ronda desde criança,
A cada andança me torno mais crápula e sem escrúpulos.
Clamo auspícios a tudo o que é subreptício e infame,
Para dar forma e cor à indignidade que me transborda.
Da política mais baixa sorvo os objetivos abjetos,
Do comércio inútil e supérfluo, sugo a eterna usura,
Tal a mediocridade sem arte, irei a toda parte,
Semeando o frívolo, o chulo, o ordinário e o vulgar.
Mais indecente do que um deus crucificado nu,
Mais pleno do que a morte de tudo o que se ama,
Conspiro doravante em versos, no subsolo da moral.
Moro a partir de hoje sobre o abismo do obsceno.
Nessa manhã canibalesca de novembro em fogo cinza,
Faço da justiça morta meu estandarte, meu troféu ensanguentado.
A cada andança me torno mais crápula e sem escrúpulos.
Clamo auspícios a tudo o que é subreptício e infame,
Para dar forma e cor à indignidade que me transborda.
Da política mais baixa sorvo os objetivos abjetos,
Do comércio inútil e supérfluo, sugo a eterna usura,
Tal a mediocridade sem arte, irei a toda parte,
Semeando o frívolo, o chulo, o ordinário e o vulgar.
Mais indecente do que um deus crucificado nu,
Mais pleno do que a morte de tudo o que se ama,
Conspiro doravante em versos, no subsolo da moral.
Moro a partir de hoje sobre o abismo do obsceno.
Nessa manhã canibalesca de novembro em fogo cinza,
Faço da justiça morta meu estandarte, meu troféu ensanguentado.
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